Blog do Instituto Sergio Motta

Arquivo da categoria ‘locative media’

Mapas Imaginários na Latitude 23

kandinsky by perdizes - trabalho do grupo Lat-23

O LAT-23 é formado pelos artistas Claudio Bueno, Denise Agassi, Marcus Bastos e Nacho Durán. O grupo trabalha com procedimentos de remapeamento, por meio de pesquisa sobre as relações entre formatos gráficos, online ou de mídias portáteis, e os vários contextos em que circulam. Desenvolveram trabalhos como Kandinsky by Perdizes, exibido na Exposição “Connecting Urban Spaces”, na Galeria Green Papaya (Manilla) e Coexistências, indicado ao Prêmio Autonomias del Desacuerdo, no Festival “Transitio_mx 2009”(México). Recentemente, estiveram em cartaz com a Exposição 2346 | mapa de ficções baseadas em fatos sobre as várias augustas, que comemorou os 456 anos da cidade de São Paulo. Atualmente, o grupo está desenvolvendo o webdocumentário Cidades Visíveis, selecionado pelo programa RUMOS Itaú Cultural.

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Cartografias Paulistanas

Augustas - Lat-23
O grupo LAT-23, formado por Claudio Bueno, Denise Agassi, Marcus Bastos e Nacho Duran, apresenta a mostra “2346 | mapa de ficções baseadas em fatos sobre as várias augustas”, exposição que comemora os 456 anos da cidade de São Paulo. A mostra, baseada em histórias reais, reúne textos e fotos espalhados sobre um mapa abstrato da famosa Rua Augusta e está aberta ao público desde o dia 25 de janeiro. Segundo o texto curatorial, o objetivo dessa exposição é o de discutir a impossibilidade de mostrar num mapa a totalidade de um lugar. “Cartografar é propor pontos-de-vista sobre espaços (na paisagem otimista de usuários de mapas abertos e coletivos) ou delinear marcas em territórios (no cenário pessimista da cartografia clássica de viés militar), isso significa que mesmo sobrepondo formas de ver a rua, 2346 só mostra a augusta por fragmentos de um mosaico incompleto”, afirma o curador Marcus Bastos. Na mostra, dados sobre a rua resultam num mapa plotado na parede do espaço expositivo. O mapa apresenta uma série de QR-CODES distribuídos em bares e restaurantes da Augusta, além de outro mapa online em que o público também pode acrescentar as próprias experiências que vividas nessa rua. 2346 completa uma trilogia de mapas paulistas em que o LAT-23 busca desconstruir formas tradicionais de cartografia. O grupo trabalha com procedimentos de re-mapeamento, por meio de pesquisa sobre as relações entre formatos gráficos, online ou de mídias portáteis e os vários contextos em que circulam.

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4ª do Vivo arte.mov discute as novas fronteiras das mídias móveis

Culture Bot 4.0 - trabalho vencedor do Prêmio Mídias Locativas

Giselle Beiguelman, diretora artística do Prêmio Sergio Motta, realiza palestra de abertura do evento Vivo arte.mov no dia 11 de novembro em Belo Horizonte. Aberta ao público, a palestra tem como tema “Cartografias Opacas: Território e agenciamento nas redes”. Na palestra são observados como os serviços e produtos para dispositivos móveis estão não só relacionados com uma determinada marca e modelo de aparelho, como também aos acordos entre operadoras e os fabricantes e operadoras. Nesse contexto, “produsadores”, “fansumidores” e usadores críticos tornam-se os atores centrais dos processos que se desenvolvem nas redes. Também serão apresentadas as estratégias que configuram as linhas de força que caracterizam as ações desses grupos. Beiguelman acredita que a investigação das zonas de tensão que emergem nos confrontos e acomodações entre eles permite-nos cartografar seus procedimentos de territorialização e agenciamento, tornando suas dinâmicas menos opacas. Partindo disso, a 4ª edição do Vivo arte.mov aborda a noção de “Geografia imaginárias”, lançando o debate sobre as mídias móveis para o campo da geografia, buscando o entendimento das macrorrealidades e o mapeamento de indicadores de saberes. O evento acontece entre os dias 11 e 15 de novembro, em Belo Horizonte, e apresenta trabalhos expositivos que fazem reverberar as questões das novas geografias subjetivas proporcionadas pelas mídias móveis. O Vivo arte.mov tembém apresenta premiação para trabalhos realizados neste contexto em duas categorias artísticas: a mostra competitiva de audiovisual para mídias móveis, cujo resultado ainda não foi divulgado, e o Prêmio Mídia Locativas, que tem como projeto vencedor o trabalho Culture robot 4.0 de Kruno Jost e Ricardo Palmieri. Este projeto foi contemplado com uma verba de 13 mil reais, e será apresentado durante o evento.

Veja aqui a programação do 4º Vivo arte.mov

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Fórum A&T- Entrevista com Susan Collins

Glenlandia - This image was transmitted live at the rate of a 60 pixels every minute via the internet.

A artista e professora britânica Susan Collins é uma das palestrantes do Fórum Internacional A&T_Perspectivas Críticas em Arte e Tecnologia. Collins é uma das principais artistas da Inglaterra a trabalhar em novas mídias. É diretora do The Slade School of Fine Art, University College, Londres. Seus trabalhos se dão no espaço público, galerias de arte e espaços on-line. Suas obras mais recentes empregam técnicas de transmissão e networking para explorar o papel da ilusão e da crença na construção de interpretações da cultura digital. No dia 3 dezembro, ela apresenta a palestra Perspectivas críticas da produção britânica, onde mostrará as principais tendências da mídia-arte no Reino Unido. Em uma breve entrevista, a artista nos fala de seu trabalho e da relação entre vigilância, tempo e espaço:

Em seus trabalhos mais recentes, você utiliza como forma de construção as técnicas de transmissão, networking e real-time para representar a ilusão e a crença nas tecnologias. Como você interpreta a influência dos meios digitais na relação entre tempo e espaço?

A palavra digital está ligada a uma idéia de conectividade instantânea ou ao “always on”. Uma coisa que venho explorando em meu trabalho é justamente o oposto dessa impressão. Trabalho algo que pode ser descrito como slow time, que tem uma relação conceitual mais próxima ao movimento slow food. Isso significa que o “tempo” se torna um elemento material tangível em sua própria evidência, que se dará pelo processo de transmissão. A compressão dos dados durante a transmissão introduz artefatos próprios. No entanto, o método que desenvolvi, de transmitir um pixel por segundo para construir uma imagem durante o período de 24 horas, também nos oferece uma nova relação visual entre o tempo e o espaço. Um exemplo é o trabalho Glenlandia (2005), onde há a captura da imagem “arco” da Lua, enquanto essa passa pelo céu durante o entardecer. O acontecimento das mídias locativas (bem como o advento do Google Maps) também alterou nossa relação com o espaço pelo uso do GPS, como no caso do artista britânico Martin John Callanan, que em seu trabalho Location of I (2007-09), pedia ao público que o localizasse em qualquer lugar do mundo dentro de um espaço de 1m.

Seus trabalhos também exploram indiretamente a questão da vigilância na cultura digital. Como você analisa essa tendência cada vez mais crescente de uma vigilância dentro da cultura digital e sua relação com as artes?

Vigiar ou observar é algo central para mim dentro de minha produção artística. Isso é algo que tanto as ciências quanto as artes têm em comum: revelar as verdades ou modos de ver através da observação ou escrutínio. Há alguns anos, colaborei com a arquiteta Sarah Wigglesworth no projeto Classroom of the future, uma aula de ciências para crianças do primário. Uma das características fundamentais das aulas era a de usar ferramentas de vigilância, cada vez mais presentes nos mercado, e criar um sistema de observação e registro da natureza e sua evolução no tempo. Vigiar não é novidade para os artistas e nem apareceu com o surgimento das Webcams. Um exemplo é o trabalho Empire (1964), de Andy Warhol, que foi apropriado por Wolfgang Staehle em Empire24/7 (1999)

Como você avalia a altual produção artística britânica? Quais são as características específicas dessa produção?

Como em todo país, há um amplo espectro de práticas que torna difícil generalizar. No entanto, o que distingue a produção britânica da última década em diante é o crescimento do mercado da arte, que levou a uma maior visibilidade para aqueles que trabalham com formas menos comerciais de produção artística. Em termos de artistas trabalhando com novas mídias, existem aqueles que estão satisfeitos ao trabalhar em ambientes de pesquisas mais experimentais e especializados (há um crescente interesse por projetos em sci-arts); ao mesmo tempo, os artistas pertencentes ao mainstream passaram a incorporar as tecnologias emergentes do cotidiano, o que resultou em um ambiente mais eclético e menos medium-specific. Minha apresentação Perspectivas críticas da produção britânica, durante o Fórum Internacional Arte e Tecnologia, será voltada para estes trabalhos que incorporaram o digital ou encontraram novas maneiras de materializar o digital para galerias ou espaços físicos. Isso será exemplificado tanto no trabalho de artistas consolidados nas novas mídias como naqueles que não se vêem trabalhando explicitamente dentro do domínio digital.

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Simpósio Nomadismos Tecnológicos

Suite 4 Mobile Tags, 2009 - Trabalho de Giselle Beiguelman e Mauricio Fleury

O Instituto Sergio Motta vem atuando de maneira significativa no fomento do uso criativo das tecnologias e na difusão de inovações. Além de desenvolver ações voltadas para a cultura em rede, o ISM fomenta a discussão sobre o impacto das novas mídias sociais no cotidiano e no processo criativo. Um exemplo foi o simpósio Apropriações do (in)comum: espaço público e privado em tempo de mobilidade que integrou a etapa paulista da 3ª edição do Vivo arte.mov - Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis, e resultou em um e-book disponível para download em nosso site. Agora, dando continuidade à reflexão sobre o impacto da cultura móvel na sociedade, o Instituto Sergio Motta, em parceria com o Espacio Fundación Telefónica de Buenos Aires, realiza o simpósio “Nomadismos Tecnológicos“. Organizado por Giselle Beiguelman, diretora artística do Prêmio Sergio Motta, e pelo professor titular da Universidade de Buenos Aires e curador, Jorge La Ferla, o simpósio acontece nos dias 19 e 20 de outubro, no Espacio Fundación Telefónica, em Buenos Aires, Argentina. O objetivo do encontro é o de “oferecer uma abordagem crítica sobre a comunicação portátil e a cultura da mobilidade, considerando a noção de nomadismo contemporâneo em sua história, focada na criação conceitual e artística, além de suas relações com o desenvolvimento científiico e tecnológico”. Durante os dois dias, especialistas internacionais discutirão a questão da cultura da mobilidade em suas variáveis estéticas, ecônomicas e de vigilância. Além dos debates, o Espacio Fundación Telefónica realiza a mostra Geografías Celulares, com a participação de artistas brasileiros, que discutem a interseção entre arte e mídia locativas. Acompanhe o Blog do Insituto Sergio Motta para saber mais sobre o Simpósio Acompanhe o Blog do Insituto Sergio Motta para saber mais sobre o Simpósio.

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Inscrições abertas para o Vivo arte.mov 2009

vivo arte.mov 2009

Estão abertas as inscrições para as mostras Competitiva e Locativa da 4ª edição do festival Vivo arte.mov . O evento acontecerá entre os dias 12 e 15 de novembro próximo, em Belo Horizonte, e pretende reunir o que existe de mais inovador no Brasil e no mundo em termos de artes digitais móveis. Enquadram‐se na Mostra Competitiva, obras audiovisuais com duração de 20 segundos a 3 minutos, realizadas entre janeiro de 2008 e outubro de 2009. Os trabalhos enviados podem ser feitos em qualquer tipo de suporte para captação de imagens, desde que contemplem as características específicas que constam no edital. Serão selecionadas 45 obras para a mostra competitiva. Os 10 autores, escolhidos por um júri qualificado, receberão celulares de última geração, participarão de um workshop sobre produção audiovisual para pequenos formatos e concorrerão a prêmios em dinheiro. Já o Prêmio de Mídias Locativas, inédito no país, busca apoiar o desenvolvimento de trabalhos que englobem conteúdos digitais criados através de recursos tecnológicos disponíveis em dispositivos móveis, tais como telefones, GPS, etc., ou procedimentos que surgem no contexto das redes móveis, para o desenvolvimento de experiências com imagem, som e/ou acesso a informações. Até 3 trabalhos poderão ser selecionados para o evento e receberão um prêmio em dinheiro, bem como apoio para a execução do projeto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site www.artemov.net ou via Correios endereçadas à Rua Cristina, 1213 – Santo Antônio ‐ CEP: 30330‐130 ‐ Belo Horizonte – Minas Gerais. A lista completa com as obras selecionadas será divulgada até 2 de outubro de 2009.

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Festival Arte.mov realiza série de eventos no CCJ

descontinua paisagem - trabalho de Fernando Velazquez e Julia Carbonera

Durante os dias 11,12 e 13 de setembro o Vivo arte.mov- Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis- promove uma série de atividades no CCJ, Centro Cultural da Juventude, em São Paulo. Dando um destaque especial para a França, em comemoração ao Ano da França no Brasil, o festival promove mostras, workshops, palestras e exposições. O workshop “Vídeo-correspondências”, ministrado por Nacho Durán (Espanha/Brasil) em colaboração com Marie-Dominique (França), consiste na ativação de um diálogo entre jovens na França e no Brasil através da realização de filmes com telefones celulares na forma de vídeo-correspondências, produzindo cartas em vídeo intercambiadas em um website colaborativo. Além deste workshop, acontecem palestras com Lucas Bambozzi eMarcus Bastos, onde serão apresentados conceitos envolvendo as vertentes de vídeo, microcinema, ou cinema para dispositivos móveis de comunicação e entretenimento e mídias locativas. Também será exposto no local o trabalho “Descontínua Paisagem”, uma instalação interativa com imagens extraídas e modificadas em tempo real do site confluence.org (lugares de cruzamento de meridianos e paralelos com um grau de resolução Norte-Sul, Leste-Oeste), que formam uma paisagem imaginária. O projeto de Fernando Velázquez em parceria com Julia Carbonera, utiliza mensagens SMS, Bluetooth, projetores e um sistema de banco de dados. A instalação, montada em Belo Horizonte durante o 3º Vivo arte.mov - Festival Internacional em Mídias Móveis, contemplada no 1º Prêmio Vivo arte.mov de Mídias Locativas, e terá uma nova versão exclusiva para o evento do arte.mov que acontece no Centro Cultural da Juventude.

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Twitter para grávidas

kickbee - dispositivo registra os movimentos do bebê na barriga da mãe

O designer de interfaces Corey Menscher criou um aparelho para permitir que bebês “façam posts” no Twitter mesmo antes de nascer. Quando a mãe veste uma cinta com sensores na região da barriga, é possível registrar automaticamente, no serviço de microblogs, os chutes dados pela criança. Menscher afirma que criou o aparelho para estar mais próximo do desenvolvimento de seu próprio bebê, mesmo quando estiver longe da mulher. O aparelho, chamado Kickbee, é uma espécie de cinta de elástico com sensores e aparelhos eletrônicos. Sensores acoplados à cinta emitem leves sinais quando o bebê se movimenta. Por meio de um sistema Bluetooth, os sinais são enviados para um aplicativo em Java, que os analisa. Quando é detectado um chute, o sistema faz um post no Twitter. Corey Menscher possui outros trabalhos que envolvem a criação de interfaces e tecnologia de redes sociais. O software GeoGenius permite que os usuários do IPhone realizem um jogo virtual, no qual os participantes, através do aparelho, interpretam a latitude e a longitude de um jogador como a resposta aos indícios criados por outros jogadores. O programa utiliza o projeto de Open Source PhoneGap, que permite a aplicação do iPhone como suporte na internet.

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Prêmio Mídias Locativas

confluence.org - site de mídia locativa que será utilizado por Fernando Velázquez

Fernando Velázquez é um artista premiado. Seu projeto Your life, our movie foi primeiro prêmio da categoria Lenguajes, Ceros y Unos do festival espanhol 2008 Culturas e experimentava com a interseção midiática entre base de dados e imagens da internet. Agora, mais um projeto seu é contemplado. Seu trabalho Descontínua Paisagem foi o vencedor do Prêmio Mídias Locativas do Vivo arte.mov 2008. O projeto utiliza mensagens SMS, Bluetooth, projetores e um sistema de banco de dados, seguindo um conceito parecido com o do trabalho Your life, our movie. Descontínua Paisagem é uma instalação interativa com imagens extraídas e modificadas em tempo real do site confluence.org, um site que mostra os lugares de cruzamento de meridianos e paralelos com um grau de resolução Norte-Sul, Leste-Oeste, formando paisagens imaginárias. Fernando Velázquez é um artista uruguaio radicado em São Paulo desde 1997 e seu trabalho investiga questões relacionadas ao cotidiano contemporâneo: privacidade, monitoramento e controle como elementos mediadores da construção de um self. A instalação será montada em Belo Horizonte durante o 3º Vivo arte.mov - Festival Internacional em Mídias Móveis.

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MESTRES DO GLITCH

Geo Goo  - projeto do JODI.org

O Jodi.org é encabeçado pela dupla de artistas dos Países Baixos, Joan Heemskerk e Dirk Paesmans. Advindos da fotografia e do vídeo, a partir de meados dos anos 90 começaram a criar uma série de trabalhos em Netart e tornaram-se pioneiros da estética glitch, expressão artística onde a obra audivisual é corrompida, intencionalmente ou não, pelo computador. Alguns anos mais tarde, se voltaram para a software-art, realizando experimentações com jogos de computador. O trabalho mais famoso da dupla é http://wwwwwwwww.jodi.org/, de 1995, trabalho em netart que subverte o código HTML para revelar um diagrama detalhado das bombas de hidrogênio e urânio. Sua obra mais recente é o GEO GOO, projeto abrigado no site do iMAL-Center for digital cultures and technology de Bruxelas. Este trabalho, em locative media, tem por objetivo mapear a geometria de parques e praças do mundo utilizando para isso o google maps. O trabalho propõe uma reflexão entre as relações de construção e diferenças entre o mundo físico e o mundo geopolítico a partir da internet, ao criar imagens que formam ícones em cima das imagens aéreas dos parques. O GEO GOO é na verdade uma evolução de um trabalho realizado em 2007, o GEO GEO, que utiliza uma base de dados na internet para criar fontes a partir dos nomes de cidades escolhidas aleatoriamente.

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