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E-lixo Maps: cadastre seu ponto de coleta!
Essa semana foi a de lançamento oficial do projeto E-lixo Maps, uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta. Você tem pilhas, baterias, celulares, carregadores lotando suas gavetas? Sabe que esse “e-lixo” não deve ser jogado no lixo comum, mas também não sabe o que fazer com ele? O acesso das pessoas aos locais que coletam e/ou reciclam o lixo eletrônico fica muito mais fácil. No site E-lixo Maps, inserindo o CEP e o tipo de “e-lixo” que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo eletrônico. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de “e-lixo” em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. Além dessa prestação de serviço, o projeto prevê, também, o cadastramento de mais pontos de coleta. Caso o seu estabelecimento não esteja participando, acesse o botão “participe” do menu principal e cadastre-se.
Leia também a entrevista com a desenvolvedora do projeto, Martha Gabriel.
Sem comentários »E-lixo Maps- Entrevista com Martha Gabriel
O projeto E-lixo Maps é uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta, que disponibiliza ao público um banco de dados de postos de coleta de lixo eletrônico em São Paulo. Desenvolvido pela artista multimídia Martha Gabriel, o site utiliza a plataforma Google Maps para encontrar os locais mais próximos de sua casa que recebem esse tipo de resíduo. A artista e professora, Martha Gabriel, foi um dos selecionados na última edição do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia e é um dos nomes de destaque na área de arte e tecnologia brasileira. Atualmente, é diretora de tecnologia da New Media Developers e professora dos cursos de MBA e pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi, SENAC e Belas Artes de São Paulo. Grande parte de sua obra está em trabalhos de arte locativa, webart e ações artísticas em ambientes imersivos como o Second Life. Em uma breve entrevista, ela fala sobre o desenvolvimento do projeto E-lixo Maps e sobre sua importância como ferramenta de ajuda na conscientização do descarte correto do lixo eletrônico.
Como você acha que a plataforma E-lixo Maps poderá ajudar as pessoas a se conscientizarem sobre o a questão do lixo-eletrônico?
O projeto “E-lixo Maps” inicialmente ajudará as pessoas a encontrarem o ponto mais próximo de coleta de lixo eletrônico (e-lixo), de forma fácil e visual. Para tanto, a pessoa precisará fornecer apenas a informação do seu CEP e tipo de eletrônico que deseja descartar. Isso por si já incentiva o descarte do e-lixo. Muitas vezes as pessoas querem fazer da forma correta, mas não têm informações de como fazê-lo. Assim, acreditamos que a disponibilização da informação dos pontos de coleta de forma simples já incentiva o descarte correto do e-lixo. Além de ser usado para consulta dos pontos de coleta, o projeto também armazenará as informações sobre os descartes de e-lixo efetivamente realizados. Com o passar do tempo, conforme esses dados sejam coletados, o projeto poderá detectar a intenção de descarte de lixo eletrônico, quais tipos e regiões descartam mais, etc. Com essas informações, poderemos mapear informações importantes sobre a situação do e-lixo e sua relação com a população da cidade de São Paulo. Em função disso, torna-se possível o desenvolvimento futuro de estratégias de conscientização e coleta, adequadas a regiões e populações.
Como surgiu a idéia de unir um mapa a uma interface interativa? Como o recurso do google maps ajudou na idealização deste mapa?
Com a evolução e disseminação dos sistemas computacionais e das plaformas interativas da Web 2.0 nos últimos anos, as pessoas já se habituaram a utilizar o Google Maps e outros mapas interativos online. Assim, o uso desse tipo de interface é a solução natural para as pessoas consultarem sobre o ponto mais próximo de coleta de e-lixo. Nesse sentindo, o uso da plataforma de APIs do Google é a aplicação mais indicada, pois além de já possuir uma estrutura de mapeamento bastante eficiente de localidades, ela permite também a personalização da interface e informações. Usando, portanto, a API do Google como infra-estrutura, viabilizamos o projeto sobre ela implementando as funcionalidades específicas desejadas e necessárias para o caso do e-lixo.Os recursos do Google Maps são usados apenas como infra-estrutura na parte de consulta do ponto de coleta de e-lixo mais próximo. O restante do projeto tem desenvolvimento estruturado especificamente para as necessidades de mapeamento de informações do e-lixo em São Paulo.
Como você vê a crescente tendência de produção tecnologias verdes? Como você acha que elas podem a ajudar as pessoas no dia à dia?
Acredito que a produção de tecnologias verdes é essencial para a sustentabilidade do planeta, por isso torna-se ser cada vez mais uma tendência. Estamos gradativamente mesclando mais e mais a vida humana com tecnologias - computadores, próteses, aparelhos celulares vestíveis multiuso, interfaces conectadas em tudo, etc. O impacto dessas tecnologias, portanto, tende a ser cada vez mais forte em nossa existência humana e no meio ambiente, colocando em risco a saúde do planeta como um todo. As tecnologias verdes, ou TI verde, visam ao design, manufatura, uso e descarte de computadores, servidores e sub-sistemas associados sem impacto, ou com mínimo impacto no meio ambiente. Além da minimização do impacto direto no meio ambiente, do qual o ser humano faz parte, o foco da TI verde também é a viabilidade econômica e melhoria de performance e uso dos sistemas, observando as responsabilidades éticas e sociais. Dessa forma, a adoção das tecnologias verdes traz inúmeros benefícios ao meio ambiente, impactando-o no mínimo nível possível tanto no que se refere a produção e descarte de produtos de tecnologia como também na minimização da extração e consumo de suas fontes e reservas naturais. Isso significa abraçar o planeta como parte da nossa existência ao invés de considerá-lo um ente à parte que pode ser consumido por nós.
Acesse o site E-lixo Maps e saiba onde descartar o seu lixo eletrônico!
Sem comentários »Laptops verdes

O site PC World divulgou na semana passada o lançamento de dois laptops da Acer, projatados em conjunto com o grupo ambiental Greenpeace. As máquinas são livres de duas substâncias tóxicas, o policloreto de vinila (PVC) e retardadores de chama bromados (BFR).O Greenpeace elogiou os modelos Aspire 3811TZ e Aspire 3811TZG como parte de um programa para encorajar empresas a produzir mais produtos que não prejudiquem o meio ambiente. A novidade deve melhorar a posição desfavorável da Acer no ranking de eletrônicos ‘verdes’ do Greenpeace. Na listagem mais recente, a empresa aparece na décima segunda posiçao. Os laptops integram a linha Timeline de aparelhos finos e leves que usam microprocessadores Intel Core 2 Duo e apresentam baixo consumo de bateria. Além de serem livres de PVC e BFR, com exceção da fonte, os dois laptops também foram feitos para consumir pouca energia e podem ser reciclados, segundo a Acer.
Sem comentários »Celular movido a Coca-cola

A designer chinesa Daizi Zheng é responsável pela criação de um dos gadgtes mais inusitados dentro da onda das tecnologias verdes.Em uma parceria com a Nokia, Zheng criou um celular cuja bateria é movida a coca-cola. Aproveitando experiementos anteriores, e de diferentes épocas, nos quais baterias foram construídas a base açúcar, a designer pensou na ideia de criar uma bio-bateria que usasse um líquido rico em sacarose, no caso um refrigerante. O conceito por detrás das bio-baterias está no fato de que a energia limpa é produzida a base de hidratos de carbono (geralmente açúcar), que utilizam enzimas como catalizadores. Ao usar esse tipo de fonte no telefone, é necessário apenas um pouco de líquido doce que libere energia limpa durante o consumo: água e oxigênio. No caso, a escolha da Coca-cola está justificada pela enorme quantidade de açúcar, o que ajuda no tempo de duração da bateria.
Sem comentários »Alguns dados sobre o e-lixo
A Convenção de Basiléia (The Basel Convention on the Control of Transboundary Movements of Hazardous Wastes and their Disposal) é um tratado internacional firmado em 1989, que tem como objetivo fiscalizar o tráfico de lixo eletrônico no mundo. O transporte de lixo é uma preocupação desde os anos 80, quando se teve o boom dos eletro-eletrônicos, e o envio desse tipo de resíduo para países em desenvolvimento, principalmente para países asiáticos sem mão-de-obra especializada ou programas adequados de reciclagem. Sobre a questão do lixo eletrônico nesses países, a Basel Action Network (BAN), uma organização sem fins lucrativos, que também fiscaliza o fluxo de lixo tóxico no mundo, disponibliza dados e imagens das cidades que mais recebem esse tipo de lixo: são elas Guiyu, na China, e Laos, na Nigéria. Outra ONG que também disponibiliza imagens sobre as más condições de reciclagem do lixo eletrônico é a e-Waste, que apresenta fotografias de vários países, inclusive do Brasil. O Brasil produz 2,6Kg de lixo eletrônico por habitante, o equivalente a menos de 1% da produção mundial de resíduos do mundo, porém, a indústria eletrônica continua em expansão. Até 2012 espera-se que o número de computadores existentes no país dobre e chegue a 100 milhões de unidades. Deste total, 40% se encontram na forma de eletrodomésticos. Aqui no Brasil são fabricados por ano 10 milhões de computadores, e quase nada está sendo reciclado. No país, há 150 milhões de celulares que possuem baterias feitas de componentes altamente tóxicos. Anualmente, entram no mercado mais 80 milhões de celulares, mas somente 2% serão descartados de forma correta. Os outros 98% serão simplesmente guardados em casa ou despejados no lixo comum, criando ainda mais impacto ambiental. Para saber mais sobre o tratado, o Programa Ambiental das Nações Unidas preparou um relatório (em inglês) com os gráficos e discussão sobre a Convenção de Basiléia. Para saber mais sobre a reciclagem de celulares, veja quais operadores oferecem o serviço de coleta aqui.
Sem comentários »NEW LIFE COPENHAGEN
NEW LIFE COPENHAGEN é um festival de arte experimental organizado pela comunidade artística Wooloo.org. Fundada em 2002, o Wooloo.Org é também uma plataforma utilizada por mais de 13.000 artistas de mais de 140 países. O evento NEW LIFE COPENHAGEN acontece em diversos lares da capital da Dinamarca durante o COP15-United Nations Climate Change Conference, que vai do dia 7 a 18 de dezembro deste ano. O evento não apresenta exposições ou trabalhos de arte. Concebido como uma ação coletiva, a ideia é propor que os habitantes de Copenhagen abriguem em suas casas os visitantes da conferência internacional. Segundo a comunidade artística Woolog, todos os hotéis da cidade já estão ocupados e para resolver o problema, o grupo realizou uma ação de visita às casas de família, convidando-as a abrigar visitantes de diferentes partes do mundo. Até o momento são mais de 3000 ativistas e participantes que visitam Copenhagen, além das delegações membros da ONU. O projeto ainda conta com as concepções artísticas e declarações de importantes críticos, curadores e artistas do mundo inteiro, como Marisa Olson, o coletivo Superflex, dentre outros.
Sem comentários »Arte para o e-lixo
O Desvio é um núcleo do Weblab.tk, dedicado a pesquisa e experimentação relacionadas a arte, design, MetaReciclagem, software livre, copyleft e mídia tática. Este ano, foram indicados ao 8º Prêmio Sergio Motta na categoria Início de Carreira. Atualmente o grupo participa do evento “Copenhagen é aqui”, realizado no espaço Matilha Cultural, que tem uma programação temática devido a conferência Copenhagen Climate Summit, que será realizada no próximo dia 22 de dezembro. Para o evento, o Desvio realizou a instalação imersiva “Desviados” sobre lixo eletrônico, criada por Glauco Paiva. A obra consiste em um totem construído com resíduos tecnológicos amalgamados em resina cristal, com a aparência de estarem fossilizados ou solidificados em vidro. O totem será um ponto de acesso sem fio que oferece aos visitantes que tenham laptops ou smartphones o download de informações sobre a questão do lixo eletrônico, soluções possíveis e o cenário atual no Brasil. Ao adentrarem a instalação, o público tem acesso a uma fotomontagem inspirada no quadro As meninas, de Velázquez. “A sensação é a de estar em uma sala abarrotada de equipamentos eletro-eletrônicos. A obra traça uma linha do tempo de vida dos equipamentos do ‘Atari ao Wii’, do ‘prológica ao notebook’ fazendo uma brincadeira visual entre o passado e o presente e mostrando a velocidade da obsolescência tecnológica em relação à arte considerada clássica”, afirmam os criadores do projeto. Em anexo, são exibidas imagens e vídeos retratando a precariedade da gestão de lixo eletrônico no Brasil e no mundo, e alguns projetos que tentam enfrentar essa situação. A instalação ficará exposta até o dia 20 de dezembro e a programação do evento inclui exibições de filmes, exposição de fotos, debates e é gratuita.
Sem comentários »Lixo Eletrônico-Entrevista com o secretário do meio ambiente Xico Graziano

Desde o início deste ano, o Blog do Instituto Sergio Motta vem realizando uma cobertura especial sobre a questão do Lixo Eletrônico. Em 2009, a questão ganhou força através de uma série de debates tanto públicos quanto institucionais, e em especial com a questão da votação do Projeto de Lei 1991 de 2007, sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, proposto em 1991, e que começou a ser votado em 2007. Esse projeto é a mais importante ferramenta legislativa para criar, cobrar e fomentar programas de gestão dos diversos tipos de resíduos sólidos do país, incluindo a gerência do Lixo Eletrônico. A questão também mereceu especial atenção no estado de São Paulo, primeiro estado brasileiro a sancionar uma lei voltada ao gerenciamento desse tipo de resíduo. A Lei Estadual 13.576/09, sancionada em 6 de julho, institui normas e procedimentos para a reciclagem, gerenciamento e destinação final do lixo tecnológico. Sobre a questão do estado de São Paulo, o Blog do Instituto Sergio Motta entrevistou diversos especialistas, incluindo o autor da Lei estadual 13.576, o deputado Paulo Alexandre (PSDB) e o diretor de responsabilidade socioambiental da ABINEE-Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, o Sr. André Luis Saraiva. Agora em uma breve entrevista, o Secretário do Meio Ambiente do estado de São Paulo, Xico Graziano, comenta qual será o trabalho da Secretaria na aplicação da lei estadual:
No dia 9 de junho Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou Lei 13.576/09, de autoria do deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), que institui normas e procedimentos para a reciclagem, gerenciamento e destinação final do lixo tecnológico. Qual é o papel da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo em relação a lei 13.576/09?
O Sistema Ambiental tem o papel de regulamentar a lei, ou seja, detalhar quais procedimentos possam e devam ser estabelecido para operacionalizar a Lei. Também é nossa atribuição monitorar a execução deste trabalho. Já fizemos reuniões com o setor produtivo com o intuito de recolher informações e estudar a logística do resíduo desde a venda, passando pelo consumo e por fim no descarte, quando formas de tratamento entram solucionando o problema da inadequabilidade da destinação.
Na aplicação da lei, devem ser priorizadas as ações que estimulem a reciclagem, a reutilização e o comércio de produtos fabricados com materiais não-tóxicos e de baixo impacto no meio ambiente. Como a questão do lixo eletrônico se encaixa na problemática dos resíduos sólidos em geral?
Os resíduos de equipamentos eletroeletrônicos são compostos por substâncias altamente tóxicas, como cádmio e chumbo, e metais preciosos, como ouro e prata. Mais que isso, eles também possuem resíduos sólidos de alto valor comercial se forem reutilizados ou reciclados, como o plástico destes equipamentos. Sendo assim, a agenda do lixo eletrônico está diretamente ligada com a questão dos resíduos sólidos. Além disso, a problemática de ambos parte do mesmo princípio: o consumo descontrolado do ser humano.
Quais as principais ações de educação ambiental que a Secretaria do Meio Ambiente vêm desenvolvendo em relação a questão dos resíduos eletrônicos ?
No ano passado foi feito um Mutirão do Lixo Eletrônico, onde coletamos, em uma semana, 50 toneladas de equipamentos eletrônicos que não tinham mais utilidade dentro das casas. O que pretendemos fazer para dar continuidade é a educação do consumidor ao comprar este tipo de produto. Exigindo além da nota fiscal - já com sucesso no programa da Secretaria da Fazenda com a Nota Fiscal Paulista -, a qualificação do produto quanto a destinação final depois do tempo de vida do mesmo, ou seja, educar o consumidor a exigir do fabricante responsabilidade sobre os resíduos. Com o Mutirão, notamos que o consumidor já tem consciência que estes tipos de resíduos eletrônicos não podem ser jogados no lixo comum, mas eles também não sabem aonde descartá-los.
De que maneira as empresas de Tecnologia podem colaborar para o funcionamento da lei 13.576/09? Como a Secretaria do Meio Ambiente pode trabalhar junto as empresas de Tecnologia e desenvolver políticas públicas para a coleta do Lixo Eletrônico?
Primeiro é importante que o varejo se envolva neste processo. O que queremos fazer é estabelecer a obrigatoriedade de recebimento nos pontos de venda deste tipo de resíduos. E que o fabricante os destine de forma correta, reciclando e tratando de forma adequada. Estamos elaborando a idéia do Crédito de Reciclagem, semelhante ao crédito de carbono, aquele produtor ou importador que comercializar o quipamento eletroeletrônico fica obrigado a tratar o resíduo após o tempo de vida daquele equipamento. Mas, pode adquirir créditos mitidos pelas indústrias recicladoras em função da capacidade de cada uma de fazê-lo. Assim podemos viabilizar a reciclagem atribuindo valor aos resíduos e financiando a cadeia da reciclagem.
Sem comentários »Grupo de pesquisa da UDESC realiza debate sobre Meio Ambiente e Tecnologia
O Grupo de Pesquisa em Tecnologia e Artes Imersivas da UDESC realiza hoje, dia 9 de novembro, a Mesa Redonda intitulada “Arte, tecnologia e meio-ambiente”. O grupo de pesquisa é formado pela Profª Drª Yara Guasque, membro do júri de seleção do 8º Prêmio Sergio Motta, mais os bolsistas de iniciação científica Edgar Carneiro e Cristina Cardoso de Oliveira. A mesa é composta pela Profª Drª Karla Schuch Brunet (UPF - Espanha) e Ms. Bronac Ferran (UK - Reino Unido). O evento tem apoio do Instituto Sérgio Motta de Arte e Tecnologia, Departamento de Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, PPGAV, da UDESC. Bronac Ferran foi uma das críticas responsáveis pela leitura dos portfólios dos artistas vencedores do 8º Prêmio Sergio Motta dentro do Fórum A&T-Perspectivas Críticas em Arte e Tecnologia, realizado nos dias 3 e 4 de novembro de 2009. Ferran é escritora, pesquisadora e consultora de artes.Trabalha como professora visitante no Departamento de Engenharia Industrial Design no Royal College of Art, em Londres, e atua em projetos na China, no Brasil e os nos E.U.A.. A pesquisadora também curou junto aos organizadores do Mobilesfest a exposição PARALELO que aconteceu no MIS de São Paulo início de 2009. È uma das co-autoras junto a Felipe Fonseca, membro do Núcleo Desvio, do documento Mapeamento da e-Cultura no Brasil. Acesse o site www.boundaryobject.org para mais informações sobre seu trabalho. A mesa redonda, da qual Bronac participa, tem como objetivo avaliar o binômio Natureza versus tecnologia, bem como debater como esses dois conceitos cada vez mais fazem parte da esfera midiática.
Sem comentários »Minas Gerais desenvolve regulamentação para e-lixo
A legislação europeia que regula o descarte de eletrônicos usados está servindo de base para o desenvolvimento de uma regulamentação semelhante em Minas Gerais. O projeto vem sendo tocado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente e deverá ficar pronto ainda neste ano. O órgão também pretende apresentar a proposta para ser discutida no grupo de trabalho que trata do assunto no Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), para tentar chegar a um consenso nacional sobre o descarte de lixo eletrônico. Conhecida como diretiva para o lixo de equipamentos eletroeletrônicos (Waste Electrical and Electronic Equipment – ou WEEE, na sigla em inglês), a legislação é vista como uma das mais completas e pioneiras no mundo. Em vigor desde 2003, restringe o uso de materiais tóxicos na produção de eletrônicos e cria um sistema conjunto de coleta e reciclagem. Apesar disso, apenas um terço do lixo eletrônico vem sido tratado corretamente na Europa. Uma revisão está sendo proposta para tentar estabelecer metas mais severas. Uma das ideias é estabelecer que países da União Europeia anualmente destinem para reciclagem ou reutilização 65% de todos os eletrônicos vendidos nos dois anos anteriores.
Fonte: Blog Link-Estadão






