Blog do Instituto Sergio Motta

Arquivo da categoria ‘Conexões Tecnológicas’

Últimos dias para inscrições no Festival Conexões Tecnológicas

Ser ou não ser digital  - trabalho de Eduardo Gonçalves Dias inscrito no Conexões 2010

Está chegando ao fim o período de inscrições para o Festival Conexões Tecnológicas 2010. O projeto é um espaço de discussão e exibição de trabalhos em mídias digitais, realizados por alunos da graduação e recém-graduados nas áreas de Arte e Design, no período de 2008 a 2010. Em sua 3ª edição, o Conexões Tecnológicas ganhou vários canais de compartilhamento com informações sobre os trabalhos inscritos, participantes das edições anteriores, profissionais, professores, artistas e empreendedores. Além de um site próprio, o festival está presente em diversas redes sociais como o twitter e o facebook, que noticiam diariamente novidades, não só sobre o Festival, mas sobre arte, design e tecnologia. Um dos destaques é a rede Ning que possuiu um fórum aberto de discussões para os participantes e interessados no projeto. Se você possui um trabalho em arte e design em nível universitário, corra e inscreva-se! O prazo final é até o dia 18 de junho.

Faça sua inscrição aqui!
Veja também os trabalhos inscritos nessa edição.

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Um ano de MARGINÁLIA +Lab

Um ano de Marginália + Lab

O MARGINALIA+LAB é um projeto de experimentação colaborativa com novas tecnologias, interessado nos potenciais estéticos emergentes das tecnologias digitais da informação e da comunicação. A ação teve início com o projeto Marginália, de André Mintz e Pedro Veneroso, vencedor do Festival Conexões Tecnológicas 2008. Inicialmente o projeto Marginália, se inspira nos conceitos na etmologia da palavra margem, onde as anotações e observações eram feitas nas margens dos livros e intenciona criar trabalhos que abordem a tecnologia de formas não convencionais, imbuindo sua utilização de perspectivas estéticas, críticas e lúdicas. Após seu primeiro ano de atividades, o Marginalia+Lab realiza no próximo sábado, 22 de maio, o evento de encerramento de seu primeiro ciclo de atividades. Na ocasião, os artistas participantes do laboratório apresentarão os resultados de seus projetos em exposição, seminário e performances. No final da noite, uma jam session eletrônica com os dj’s Vnss, Gu toLover e Retrigger e Orquestra Gambionália fecharão as festividades. O evento marcará ainda o lançamento da revista online do projeto, que entrará no ar em edição bilíngüe com textos de críticos e pesquisadores convidados além de relatos dos artistas participantes. O evento de comemoração de um ano do projeto acontece em Belo Horizonte no Mezanino do 104 a partir das 16 horas. As inscrições para o Festival Conexões Tecnológicas 2010 estão abertas até o dia 18 de junho. Visite o site do projeto e faça sua inscrição.

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Festival Conexões Tecnológicas 2010-Inscrições abertas!

Conexões Tecnológicas 2010

Em sua terceira edição, o Festival Conexões Tecnológicas premiará trabalhos de alunos de nível universitário nas áreas de arte, design e tecnologia. O objetivo é o de efetuar a divulgação da produção universitária junto a sociedade civil e o meio produtivo, possibilitando o mapeamento de tendências e destacando futuros profissionais. Uma novidade do Festival Conexões Tecnológicas 2010 é um site próprio com ambiente dinâmico de relacionamento e com ferramentas de apoio para sustentação do projeto no ambiente on-line. O Portal possibilitará uma expressiva presença digital do Festival, bem como um amplo cadastro de informações do seu público prioritário de jovens universitários. O Festival Conexões Tecnológicas 2010 será realizado no período de março a setembro de 2010.

Inscreva o seu trabalho

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Marginália + LAB

Marginália + LAB - margin  lia 1 2

O MARGINALIA+LAB é um projeto de experimentação colaborativa com novas tecnologias, interessado nos potenciais estéticos emergentes das tecnologias digitais da informação e da comunicação. A iniciativa teve origem dentro do Projeto Marginália, de André Mintz e Pedro Veneroso, vencedor do primeiro prêmio do Festival Conexões Tecnológicas realizado em 2008 pelo Instituto Sergio Motta. O projeto, patrocinado pela Vivo, tem o intuito de estimular e sustentar a experimentação colaborativa. Ao longo do segundo semestre de 2009, em Belo Horizonte, foram realizadas ativididades e a criação de um laboratório aberto a propostas e colaboradores externos, no qual há o suporte técnico e tecnológico aos projetos em desenvolvimento. Recentemente o Marginália + LAB selecionou 10 projetos para o fomento e execução dentro do laboratório. Na categoria “Estímulo à produção”, foram selecionados 5 projetos em estágio avançado de desenvolvimento, que deverão chegar à obra final ou a um protótipo até o final do laboratório. Na categoria “Estímulo à pesquisa e experimentação”, foram selecionados outros 5 projetos, em estágio anterior, que continuarão seus experimentos como forma de amadurecimento técnico e conceitual das propostas apresentadas. O festival Arte.Mov assina a co-realização do projeto, que conta também com o apoio do Labmídia, Laboratório de Mídia Eletrônica do Departamento de Comunicação Social da UFMG. Para ver a lista dos projetos selecionados clique aqui.

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Conheça o projeto Marginalia

Anamorfoses Cronotópicas - projeto Marginália

O Projeto Marginalia intenciona criar trabalhos que abordem a tecnologia de formas não convencionais, imbuindo sua utilização de perspectivas estéticas. Desenvolvido por André Mintz e Pedro Generoso, foi o vencedor do 1º lugar do Festival Conexões Tecnológicas de 2008, realizado pelo Instituto Sergio Motta. A primeira fase do projeto se deu pelo desenvolvimento de um protótipo, Marginalia 1.0 beta, uma instalação audiovisual interativa, na qual o espectador interfere diretamente na projeção de imagens a partir da movimentação de uma lanterna, ora revelando, ora ocultando as imagens do vídeo. Além de Marginália 1.0 beta, a dupla vem realizando, através de parcerias, outros projetos, como por exemplo, o Anamorfoses Cronotópicas. O objetivo deste trabalho é o de transpor para o ambiente de programação Processing (www.processing.org), para exibição em tempo real, o efeito criado por Zbigniew Rybczynski em seu filme “The Fourth Dimension”, de 1988. A imagem de vídeo é decomposta em linhas horizontais e então linhas de frames distintos (tempos distintos) são combinados no mesmo momento na exibição, criando um efeito de distorção a partir do movimento de pessoas e objetos ao longo do tempo. Partindo dessa experimentação, o grupo desenvolveu a instalação Anamorfose I, uma segunda versão instalativa do projeto Anamorfoses Cronotópicas. Anamorfose I foi apresentado no Siana Brasil 2009 -Semana Internacional de Artes Digitais e Alternativas, a versão brasileira do renomado evento francês em sua primeira versão fora da França, realizado no início de julho, na cidade de Belo Horizonte.

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Cerimônia de premiação Festival Conexões Tecnológicas

Incluir Brincando - trabalho de Mônica de Freitas, vencedor do 2º lugar

O Festival Conexões Tecnológicas promove e incentiva trabalhos realizados por alunos de graduação, nas áreas de arte, design e tecnologia no Brasil. Concebido pela equipe técnica do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, com a consultoria de Daniela Kutschat Hanns e Giselle Beiguelman, o Festival foi formatado por meio de um Colegiado, composto por professores de 27 instituições de ensino em todo território nacional, responsável pela indicação dos alunos participantes. Os premiados dessa edição foram André G. Mintz e Pedro de Freitas Veneroso (Universidade Federal de Minas Gerais),Mônica de Freitas Valle Puoli (Fundação Armando Állvares Penteado) e Maurício Concatto (Universidade de Caxias do Sul). O evento contará com a presença do júri e do colegiado dos respectivos estados que tiveram participantes premiados, que além de apresentar os trabalhos vencedores, debaterão os critérios, premissas e rumos da produção de arte e tecnologia em nível universitário do país. A cerimônia acontecerá, hoje dia 14 de agosto, a partir das 18:30 na sala Mário de Andrade, no memorial da América Latina .

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Conexões Tecnológicas + 3 novos Festivais

“Se beber não dirija”, vídeo que recebeu menção honrosa no Festival Conexões Tecnológicas

Em uma iniciativa pioneira, o Instituto Sergio Motta lança em agosto o primeiro festival de vídeo on-line do Brasil. o festival é uma parceria com o You Tube, que funcionará como plataforma para o envio e a exibição de trabalhos, o HttpVideo, nome do festival, premiará obras de videoarte de até 5 minutos, selecionadas por jurados como o apresentador de TV, Cazé Peçanha e o artista e curador Lucas Bambozzi. Está aberto a participantes de qualquer idade ou formação, que podem se inscrever on-line a partir de 15 de agosto. Um dia antes, no Memorial da América Latina, o Instituto premia os vencedores do festival universitário Conexões Tecnológicas, que mapeia projetos inovadores de arte/tecnologia nascidos em cursos de design, arte, arquitetura, comunicação, engenharia e ciências da computação. Realizado em colaboração com universidades de todo o país, o festival premia trabalhos de Belo Horizonte, São Paulo e Caxias do Sul, que envolvem criação de software, plataformas interativas e fotografia.As duas ações reforçam a estratégia de levar a novas frentes as ações de prospecção e fomento do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, que chegou à 7ª edição em 2007. “A idéia é buscar a produção que não está em um lugar consolidado, como o circuito da arte”, diz a coordenadora geral do PSM, Renata Motta. Ainda em 2008, o Instituto realiza dois outros festivais on-line, que usam as plataformas Del.icio.us e MySpace para revelar talentos nas áreas de curadoria e música. Como a criação do blog Prêmio Sergio Motta e de um canal no You Tube, essas ações consolidam a presença do PSM na Internet, uma das diretrizes definidas pela nova curadora, Giselle Beiguelman, que é autora de ensaios e projetos premiados envolvendo novas mídias e professora de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP. O objetivo é fazer circular os conteúdos fomentados pelo Prêmio e ampliar a superfície de contato com o público.

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Novo Banner no Blog PSM

marginália - trabalho vencedor do Festival Conexões Tecnológicas

André Mintz e Pedro Veneroso são os responsáveis pela obra Marginália 1.0 beta, trabalho vencedor do Festival Conexões Tecnológicas. O projeto consiste em uma experimentação onde foi desenvolvido um protótipo de uma instalação audiovisual interativa, na qual o espectador interfere diretamente na projeção de imagens a partir da movimentação de uma lanterna, ora revelando, ora ocultando as imagens do vídeo. Agora a dupla apresenta o novo banner expositivo, criado especialmente para o blog do Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia. André e Pedro são estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais e realizam diversas pesquisas sobre o binômio arte e tecnologia. André Mintz é estudante de Comunicação Social e atua na área de Comunicação Audiovisual. Entre seus múltiplos interesses, estão a relação entre linguagens e materialidades tecnológicas e a história cultural do desenvolvimento tecnológico. Pedro Veneroso estuda Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG e atua principalmente nas áreas de artes plásticas, design e vídeo.

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Arte Interdisciplinar

water chamber - trabalho do estudante Ricardo Coimbra Rocha

Além dos trabalhos comentados essa semana no blog, mais três trabalhos receberam menção honrosa no Festival Conexões Tecnológicas. O trabalho “Se beber não dirija”, de Adilson Bernardo Silvestre, faz uma brincadeira com um tema polêmico. Trata-se de um VT de 30 segundos que remete a momentos de descontração numa festa ou um bar e no instante seguinte, segue a sequência de imagens que mostram uma faixa descontinua de uma rodovia que se multiplica como a visão turva de um motorista embriagado. Finalmente, a faixa se transforma na representação gráfica do sinal vital do motorista, sugerindo sua morte. Já o projeto Water Chamber, de Ricardo Coimbra Rocha, foi o resultado de uma extensa pesquisa em figura humana transposta em uma escultura digital. O trabalho tem origem dentro dos ambientes digitais dos jogos de computador, mas acabou se ampliando ao mesclar técnicas mistas como o desenho a mão livre como base de apoio para o digital. “Espaço Sensorial objeto mediado por experimentação em laboratório multimídia” é o projeto da estudante de design em tecnologia Elaine Cristina Brisque. Em uma instalação, Elaine utiliza uma projeção em animação que permanece em looping. A animação é enviada um projetor multimídia e posteriormente, é interceptada por um espelho que reflete a imagem, projetando-a em um líquido. Este líquido está contido em um recipiente que também contém tramas submersas presas a um tear circular perceptível somente ao toque. A idéia é a de mediar o espaço físico, a mídia eletrônica e o design sensorial numa proposta artística multidisciplinar onde o interator é convidado à experimentação.

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Museu Invisível e Interface Líquida

ClI controle líquido de interface - ClI controle líquido de interface

Partir de uma possível estética do remake, apropriar-se de imagens existentes, criar uma nova imagem diferente de suas origens. Essa é a idéia inicial do trabalho Museu Invisível da estudante Romy Pocztaruk. O projeto consiste em estabelecer novas formas de relação com as imagens audiovisuais, desmontando as imagens padronizadas da mídia. Para isso Romy se apropria de imagens de diferentes contextos: telejornais, programas educativos, religiosos, sobrepondo às imagens áudios diferentes. O resultado são vários vídeos que apresentam um deslocamento de contextos como forma de crítica aos padrões midiáticos. A estudante de arquitetura, Luisy Isabelli Silva, apresenta o trabalho CLI-Controle Líquido de Interfaces. O projeto é desenvolvido a partir da discussão e da pesquisa das novas relações do homem, da tecnologia e da arquitetura. O objetivo é ultrapassar o acesso (Input) convencional aos meios digitais, como o teclado, o mouse ou o joystick. Em CLI, a manipulação da interface se dá pelo o software Macromedia Director MX2004 em conjunto com um recipiente contendo água que atua como um dispositivo de manipulação da interface. Ambos projetos receberam menção honrosa do Festival Conexões Tecnológicas. Os vídeos do trabalho Museu Invisível podem ser vistos no site da artista.

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