Blog do Instituto Sergio Motta

Arquivo da categoria ‘premiados’

Eder Santos ganha retrospectiva no Rio

Enciclopédia da Ignorância - Remorso

O videoartista Eder Santos inaugura no dia 22 deste mês, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, sua primeira retrospectiva no Brasil - que também é a primeira mostra no Rio. A exposição irá ocupar todo o primeiro andar da instituição. A curadoria é de Solange Farkas; a produção, de Daiana Castilho Dias. Roteiro Amarrado, nome da mostra, compreende uma série de sete conjuntos de trabalhos do artista e tem como objetivo apresentar ao público brasileiro toda a dimensão de originalidade, particularidade de um dos maiores videoartistas do Brasil e do mundo. A trajetória como vídeo-artista teve início em 1983, quando são realizados os primeiros trabalhos sobre obras e processos criativos de artistas plásticos de Minas Gerais. Eder Santos foi um vencedor do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia na primeira edição do prêmio em 1999.

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Alice Miceli no Transmediale10

Transmediable 10

No dia 2 de fevereiro, tem início o Transmediale, um dos maiores festivais de arte e mídia do mundo. Em sua 10ª edição, o tema deste ano será FUTURITY NOW!_ que em português pode ser entendido como “o futuro é agora”. Com esse bordão, o objetivo do festival é explorar de que maneira a evolução da internet, práticas globais em rede, metodologias open source e o avanço da tecnologia de comunicação móvel estão formando novas plataformas político-culturais. Além de uma conferência internacional, o evento apresenta a exposição Future Obscura, que contém trabalhos que utilizam materiais, mecanismos e máquinas voltados para a criação de imagens que redefinem as relações com o atemporal: a colisão do passado, presente e futuro. Entre os artistas que participam estão Zilvinas Kempinas, Julius von Bismarck, Ken Rinaldo, Julien Maire e a artista brasileira, Alice Miceli. Estes artistas, dentre outros, irão criar explorações interdisciplinares da luz e da cronologia, para ocupar diversos espaços da exposição e da cidade de Berlim. Alice Miceli participa do festival com o trabalho Chernobyl Project-The Invisible Stain, projeto vencedor da 6ª edição do Prêmio Sergio Motta.

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Vencedor do HTTPSom 2008 faz única apresentação hoje

Bruno Morais : vídeo Hino dos Corações Partidos

Os músicos Bruno Morais e Anelis Assumpção se apresentam juntos, nesta terça-feira, 8, no Teatro Cacilda Becker, às 21h. A entrada é livre. Bruno Morais foi um dos vencedores do Festival On-line HTTPSom 2008, realizado pelo Instituto Sergio Motta. Esse ano, o cantor lançou o álbum “A vontade superstar”, que conta com faixas como “Hino dos corações partidos” e “A vontade”. No dia 10 de novembro, Bruno lançou o clipe da música “Hino dos Corações Partidos F.C.”, de composição própria. O clipe, filmado na cidade do Rio de Janeiro, teve direção da cineasta gaúcha Daniela Cuchiarelli com fotografia de Andréa Capela e direção de arte de Flavia Suzue. Atualmente ele se apresenta ao lado de Guilherme Kastrup (bateria e mpc), Guilherme Mendonça (trompete e teclado), Ricardo Prado (baixo) e Zé Ricardo Passeti (violão e guitarra).

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Mostra LABMIS apresenta nova geração das artes digtais

OMA – sessão 15 minutos no Jardim de Alice Coelho - trabalho do artista Paulo Meira

Acontece hoje a abertura da Mostra LABMIS, primeira coletiva de resultados do programa de residência artística do laboratório de novas mídias do Museo da Imagem e do Som de São Paulo. A exposição engloba obras voltadas às linguagens contemporâneas de caráter tecnológico através de trabalhos de artistas 5 selecionados pelo edital Residência LABMIS. A exposição conta também com a participação de Caetano Dias, Alexandre Fenerich e Paulo Meira, artistas convidados em 2008 para o desenvolvimento de obras inéditas, marcando o início das atividades do LABMIS. Entre os artistas selecionados para a residência, estão Anaisa Franco e Claudio Bueno, indicados ao 8º Prêmio Sergio Motta na categoria Início de Carreira. Anaisa Franco desenvolveu o trabalho Realidade suspensa, uma instalação composta por um cilindro de acrílico, no qual está inserida uma máquina de fumaça programada. Sobre a fumaça que preenche seu interior, são projetados três vídeos sincronizados, acompanhados por um áudio. Nessa obra carregada de metáforas, a fumaça evoca uma nuvem trazida do céu. A artista busca colocar em evidência a posição do homem na sociedade, os seus objetos de consumo e a busca de ideias inatingíveis. A residência artística de Claudio Bueno resultou em Estrelas Cadentes, uma instalação multimídia que parte de um “céu” composto por 150 pequenos balões pretos carregados com pó brilhante roxo. O público poderá enviar mensagens com supostos desejos para um celular específico. Ao receber a mensagem, o aparelho faz acender uma luz azul sobre um dos balões, que estoura, jorrando todo o pó contido dentro dele. Semelhante a uma estrela cadente, desaparece, deixando apenas um rastro de cor no chão do espaço expositivo, como vestígio das presenças, interações e desejos compartilhados pelos visitantes. Paulo Meira, artista convidado para mostra, é também um dos artistas contemplados pelo Prêmio Sergio Motta. Meira foi o vencedor na categoria Bolsa Fomento, na 7a edição do prêmio, desenvolvendo a vídeoinstalação Marco Amador-Sessão Cursos, realizada em 2007. Para a mostra do LABMIS, o artista desenvolveu o trabalho intitulado OMA – sessão 15 minutos no Jardim de Alice Coelho. Sua residência artística resultou em três obras, um vídeo de 21 minutos, uma videoinstalação e um vídeo interativo (game art), que envolvem uma mulher barbada, uma modelo de atirador de facas, um mágico e um autômato eqüino, num clima que mistura paixão, morte e repugnância pelo abjeto. As narrativas construídas imageticamente falam da corporeidade do homem contemporâneo em meio às múltiplas experiências que o envolve.

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Camila Sposati na Casa Triângulo

Nucleação - exposição individual da vencedora do 8º Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia

Referências indiretas à psicodelia em imagens que apresentam a recomposição da realidade atômica de cristais minerais. Essa é uma das idéias apresentadas na exposição Nucleação, da artista Camila Sposati, a partir deste sábado, dia 31, na galeria Casa Triângulo. A mostra parte da pesquisa sobre crescimento de cristais, realizada por Camila durante sua estadia no departamento de química da University College of London e na Loughborough University. A artista apresenta desenhos que são esculpidos ou descamados: uma série feita em blocos de 50 folhas de papel que compõe uma forma completa do desenho. “Assim como no cristal, o desenho cresce em sobreposições que vemos, não pela transparência, mas sim pela “descamação” dessas folhas de papel, que, num princípio geológico-artístico, remove estas camadas para revelar a imagem abstrata final”. Além dos desenhos, há uma retro-projeção de imagens ampliadas dos cristais, onde o método desenvolvido pela artista através da pesquisa sobre minerais e suas camadas de crescimento integram o processo artístico ao científico. Camila Sposati é uma das vencedoras na categora Meio de Carreira desta 8ª edição do Premio de Arte Sergio Motta de Arte e Tecnologia, e também participa da exposição Texto Público, dentro da 7º Bienal do MERCOSUL.

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Conheça o projeto Marginalia

Anamorfoses Cronotópicas - projeto Marginália

O Projeto Marginalia intenciona criar trabalhos que abordem a tecnologia de formas não convencionais, imbuindo sua utilização de perspectivas estéticas. Desenvolvido por André Mintz e Pedro Generoso, foi o vencedor do 1º lugar do Festival Conexões Tecnológicas de 2008, realizado pelo Instituto Sergio Motta. A primeira fase do projeto se deu pelo desenvolvimento de um protótipo, Marginalia 1.0 beta, uma instalação audiovisual interativa, na qual o espectador interfere diretamente na projeção de imagens a partir da movimentação de uma lanterna, ora revelando, ora ocultando as imagens do vídeo. Além de Marginália 1.0 beta, a dupla vem realizando, através de parcerias, outros projetos, como por exemplo, o Anamorfoses Cronotópicas. O objetivo deste trabalho é o de transpor para o ambiente de programação Processing (www.processing.org), para exibição em tempo real, o efeito criado por Zbigniew Rybczynski em seu filme “The Fourth Dimension”, de 1988. A imagem de vídeo é decomposta em linhas horizontais e então linhas de frames distintos (tempos distintos) são combinados no mesmo momento na exibição, criando um efeito de distorção a partir do movimento de pessoas e objetos ao longo do tempo. Partindo dessa experimentação, o grupo desenvolveu a instalação Anamorfose I, uma segunda versão instalativa do projeto Anamorfoses Cronotópicas. Anamorfose I foi apresentado no Siana Brasil 2009 -Semana Internacional de Artes Digitais e Alternativas, a versão brasileira do renomado evento francês em sua primeira versão fora da França, realizado no início de julho, na cidade de Belo Horizonte.

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Sol Robótico

Solar - imagem protótipo do trabalho de Leonardo Crescenti e Rejane Cantoni

De 15 de julho a 27 de setembro, o Museu da Imagem e do Som (MIS) exibe o trabalho Solar, dos artistas Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti. A obra robótica e interativa dos artistas Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti simula a luz solar por meio das coordenadas dos visitantes. Instalada no ambiente semicircular do Espaço Redondo, Solar é uma instalação robótica e interativa –uma máquina composta por uma projeção, sistemas de luz, de reconhecimento de voz e de controle lógico. Nela, o público fornece coordenadas de uma cidade e de um momento no tempo e recebe como resposta a direção, a intensidade e a sensação de calor que a luz do sol irradia naquele espaço-tempo.Ao pisar na plataforma de madeira de 70 cm, o visitante interage com o sistema escolhendo uma posição geográfica –norte, sul, leste, oeste –e consegue visualizar a projeção de sua sombra, que funciona como o ponteiro de um relógio solar.Sem movimento e comando de voz do visitante, o tempo, nessa máquina, permanece parado. Rejane Cantoni é pesquisadora de sistemas de informação e foi contemplada na 4ª edição edição do Prêmio Sergio Motta, pelo trabalho OP-Era, ao lado de Daniela Kutschat. Com pós-doutorado pelo departamento de cinema, rádio e televisão da Universidade de São Paulo (USP), é também doutora e mestre em comunicação e semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e mestre em visualização e comunicação infográficas pela Universidade de Genebra, na Suíça. Seus trabalhos focam a engenharia dos sistemas de realidade virtual, e instalações interativas em ambientes sensorizados. Leonardo Crescenti é arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, desenvolve projetos em várias mídias e suportes. Atua também nas áreas de fotografia e cinema. Realizou 13 curtas-metragens que lhe rendeu 21 prêmios nacionais e 14 internacionais e participações em festivais, como na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes.

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VIDEO in foco/FOTO in foco

nada ao infinito - trabalho de Raquel Kogan e Lea Van Steen

A galeria baró cruz inaugura no próximo dia 7 de julho de 2009 a exposição VIDEO in foco / FOTO in foco com o intuito de revelar o panorama da produção de artistas do Brasil, Argentina, México, Cuba, França, Alemanha, Inglaterra e Espanha que utilizam a linguagem do vídeo e da fotografia na tradução de diversos conceitos contemporâneos. A idéia da exposição é apresentar trabalhos em vídeo, que utilizam a linguagem da fotografia em sua construção: às vezes em stop-motion ou com imagens estáticas gerando uma “fotografia em movimento”. A exposição também traz trabalhos em fotografia que caminham no sentido contrário, se apropriando da linguagem do vídeo ou da pintura na criação de imagens através de câmeras - algumas pin-hole - que retratam a temporalidade e o movimento dos ‘frames’ do vídeo gerando cenas congeladas pelo registro fotográfico. O Brasil está representado pelos artistas Camila Esposati, Cristiano Lenhardt, Flaminio Jallageas, Roberto Bellini, Ana Teixeira, Claudia Jaguaribe, Daniel Athayde, Gui Mohallem, Jorge Menna Barreto, Lina Kim, Laura Erber e pela dupla Raquel Kogan & Lea Van Steen. Raquel Kogan recebeu Menção Honrosa na 6ª edição do Prêmio Sergio Motta, e Lea Van Steen ganhou o segundo lugar no Festival HTTPVIDEO com o trabalho Disco (2007). Ambas artistas já trabalharam juntas no projeto A Ponte, apresentado no Sesc Paulista em 2008, e agora apresentam trabalho inédito, Nada ao Infinito, que é composto por imagens desfocadas dispostas em dois monitores que dialogam entre si.

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Tempestades de Luiz Duva

STORM - instalação inédita de Luiz Duva

O Prêmio Sergio Motta apresenta a exposição STORM, realizada pelo artista Luiz Duva, para os canais Flickr, Youtube e Blog ISM. STORM parte de uma série de imagens e vídeos da costa inglesa, que trazem como tema o enfrentamento com o desconhecido. As imagens originalmente foram realizadas para compor uma instalação inédita do artista, que possui o mesmo nome da exposição. “São imagens do horizonte marítimo que nos remetem a paisagens emocionais que foram apresentadas numa performance audiovisual que tem como objetivo transcender os limites do nosso próprio ser, e os limites da existência”, afirma Duva. As imagens deste trabalho foram feitas durante a residência artística realizada pelo artista no Plymouth Arts Centre (UK) como premiado do programa Artist Links England and Brazil do British Council do Brasil e do Arts Council England da Inglaterra. Luiz Duva, criador no campo da videoarte, desenvolve desde o fim dos anos 80, o que ele mesmo chama de narrativas pessoais em vídeo. São inúmeras videoinstalações que experimentam com o ambiente audiovisual imersivo, e o desenvolvimento de conteúdos e ambientes específicos para as novas mídias. Duva foi contemplado pelo 6º Prêmio Sergio Motta por seu trabalho Concerto para Células em (De) Movimento de 2005.

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Mostra Gambiarra no Canal Flickr PSM

Paulo Nenflídio - Gambiarra

O Prêmio Sergio Motta apresenta mais uma exposição on-line nos canais Flickr , You Tube e Blog ISM. A mostra Gambiarra é organizada por Paulo Nenflidio, artista plástico, construtor de obras que aliam artes visuais, música, física e tecnologia. Trata-se de um registro do processo de criação durante o período de 6 semanas que o artista passou como residente no ASU Art Museum (Museu de Arte da Universidade do Estado do Arizona). Inicialmente, Paulo montou um ateliê dentro do espaço expositivo com máquinas, ferramentas e materiais. Em seguida construiu 3 esculturas sonoras e desenhos de projetos. A idéia era aproximar o público do processo de trabalho. Os visitantes tinham a possibilidade de ver o trabalho em progresso e inclusive de participar da construção das obras, trabalhando ao lado do artista ou doando sucatas eletrônicas que recicladas seriam usadas em parte da construção das obras. Estudantes também criaram desenhos e instalações à convite do artista com o tema de arte sonora e gambiarra. O resultado desta residência ficou em exposição por mais dois meses encerrando em 30 de maio de 2009. Em 2004 o artista foi um dos vencedores da 5ª edição do Prêmio Sergio Motta de Arte Tecnologia com o trabalho Música dos Ventos. Nenflídio constrói esculturas que podem ser classificadas em aparelhos sonoros ou autômatos sonoros. Os aparelhos podem ser manipulados pelo público e os autômatos produzem som de forma automática. Sua obra tem relação com a história da música automática e a história da música de invenção.

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