Blog do Instituto Sergio Motta

Arquivo da categoria ‘8º Prêmio Sergio Motta’

Instituto Sergio Motta-Retrospectiva 2009

Retrospectiva 2009 - Instituto Sergio Motta 1

O ano de 2009 foi especial para o Instituto Sergio Motta. Além do acontecimento de uma das mais importantes premiações de arte do Brasil, que em sua 8ª edição contemplou artistas cujas produções apresentam um profundo questionamento sobre as estéticas tecnológicas, este ano deu-se o início das comemorações dos 10 anos do Instituto Sergio Motta. Neste contexto, o 8º Prêmio Sergio Motta sofreu alterações importantes no seu formato. “Buscando-se traçar um balanço crítico da produção no Brasil, deu-se a ênfase nas trajetórias artísticas dos artistas inscritos. Isto é, os criadores participantes foram avaliados a partir de seus portfólios, que incluíam os currículos detalhados e o conjunto de obras produzidas. O foco deixou de ser em uma obra ou projeto específicos, e privilegiouse o percurso criativo e a inserção no circuito artístico”, afirma Renata Motta, diretora do Instituto. Entre as demais atividades que marcaram o início das comemorações dos 10 anos, o Simpósio Nomadismos Tecnológicos, realizado em parceria com a Fundación Telefónica de Buenos Aires, e o Fórum A&T-Perspectivas Críticas em Arte e Tecnologia, se destacaram como eventos que trouxeram uma reflexão sobre as diversas alternativas e problemáticas das artes midiáticas e as chamadas novas tecnologias que vêm sendo produzidas desde o cinema e o vídeo até as atuais manifestações digitais, no contexto nacional e Internacional. Em 2009 houve a ênfase na difusão e reflexão em torno da cultura digital, iniciada em 2008, e continuada, durante este ano, através de atividades que refletiam o impacto crescente da tecnologia na vida cotidiana. Um exemplo, são as exposições e curadorias realizadas nos canais on-line Flickr, Youtube e Blog realizadas por artistas conceituados que possuem uma produção voltada para a relação entre arte e tecnologia . Vale a pena, também lembrarmos o divertido concurso Internet World Worst , que premiou os piores de Internet em comemoração ao primeiro ano de atividades do Blog do Instituto Sergio Motta, e que em 2010 terá sua 2ª edição com muitas novidades. Veja aqui os principais destaques do Instituto Sergio Motta em 2009.

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Grupo de pesquisa da UDESC realiza debate sobre Meio Ambiente e Tecnologia

Mesa redonda realizada pelo Grupo de Pesquisa em Tecnol - arteenatureza

O Grupo de Pesquisa em Tecnologia e Artes Imersivas da UDESC realiza hoje, dia 9 de novembro, a Mesa Redonda intitulada “Arte, tecnologia e meio-ambiente”. O grupo de pesquisa é formado pela Profª Drª Yara Guasque, membro do júri de seleção do 8º Prêmio Sergio Motta, mais os bolsistas de iniciação científica Edgar Carneiro e Cristina Cardoso de Oliveira. A mesa é composta pela Profª Drª Karla Schuch Brunet (UPF - Espanha) e Ms. Bronac Ferran (UK - Reino Unido). O evento tem apoio do Instituto Sérgio Motta de Arte e Tecnologia, Departamento de Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, PPGAV, da UDESC. Bronac Ferran foi uma das críticas responsáveis pela leitura dos portfólios dos artistas vencedores do 8º Prêmio Sergio Motta dentro do Fórum A&T-Perspectivas Críticas em Arte e Tecnologia, realizado nos dias 3 e 4 de novembro de 2009. Ferran é escritora, pesquisadora e consultora de artes.Trabalha como professora visitante no Departamento de Engenharia Industrial Design no Royal College of Art, em Londres, e atua em projetos na China, no Brasil e os nos E.U.A.. A pesquisadora também curou junto aos organizadores do Mobilesfest a exposição PARALELO que aconteceu no MIS de São Paulo início de 2009. È uma das co-autoras junto a Felipe Fonseca, membro do Núcleo Desvio, do documento Mapeamento da e-Cultura no Brasil. Acesse o site www.boundaryobject.org para mais informações sobre seu trabalho. A mesa redonda, da qual Bronac participa, tem como objetivo avaliar o binômio Natureza versus tecnologia, bem como debater como esses dois conceitos cada vez mais fazem parte da esfera midiática.

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Balanço geral do 8º PSM- entrevista com Giselle Beiguelman

Arthur Omar - DERVIX 2005

Arthur Omar, Gisela Motta e Leandro Lima, Rejane Cantoni, Camila Sposati e Fernando Velázquez, Fernando Rabelo, Jarbas Jácome e Carlos Fadon Vicente são os artistas contemplados pelo 8º Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia. Os primeiros recebem os quatro prêmios da categoria Meio de Carreira; Fernando Rabelo e Jarbas Jácome são os contemplados na categoria Início de Carreira; e Carlos Fadon Vicente, pioneiro das experimentações envolvendo tecnologias digitais no Brasil, é o premiado hors concours. Confira a entrevista onde Giselle Beiguelman, diretora artistica do Prêmio Sergio Motta, avalia a produção dos artistas vencedores e faz uma análise geral dessa 8ª edição.

Como você avalia essa 8º Edição do Prêmio Sergio Motta?

Foi uma edição de grandes mudanças. As principais foram a abertura de uma carteira de premiação voltada apenas a artistas em início de carreira e o julgamento dos artistas baseado na leitura de seu portfólio. Contudo, a ação mais importante desta edição ainda está por acontecer. É o Fórum Internacional sobre as Perspectivas Criativas e Críticas da Arte e Tecnologia. Ao invés de investir em cerimônias de premiação, vamos abrir um espaço de discussão e reflexão, com artistas, criadores e críticos internacionais e brasileiros. Isso deve alavancar um processo de intercâmbio sem precedentes e que contemplará todos os artistas selecionados nessa edição. O grande prêmio, contudo, ficará com os artistas premiados que disporão de reuniões fechadas com esses convidados para leitura de seus portfólios. É uma atividade inédita e uma ação que tem como foco algo que me parece mais difícil do que a premiação em si: a inserção do artista no circuito da artemídia internacional.

Como você avalia a produção artística dos premiados desta edição?

Friso, mais uma vez, que premiados, para mim, são os 34 artistas selecionados entre os quase 300 que se inscreveram. O diagnóstico que faço é em cima desse universo. São projetos que problematizam a tecnologia no campo estético e que operam leituras transdisciplinares da contemporaneidade, jogando com saberes e conceitos da arte, da ciência e da comunicação. Especialmente no caso dos artistas em início de carreira, nota-se uma presença maior e mais contudente de projetos com densidades políticas e ativistas que fazem um saudável contraponto a grande parte da produção que concorreu ao prêmio destinado a artistas em meio de carreira. Esses artistas que concorreram na categoria de início de carreira mostraram também que já são uma geração letrada digitalmente. São, por isso, capazes de operar com as linguagens de programação como linguagens de criação e expressão. Para eles as mídias e as tecnologias não são apenas ferramentas de trabalho. São o fundamento de suas estéticas.


Essa foi a primeira edição do Prêmio Sergio Motta sob sua direção. Como você avalia essa primeira experiência?

Quem avaliará são os meus pares. Pessoalmente posso dizer que fiquei muito satisfeita em ter conseguido implantar tantas mudanças no processo de inscrição e premiação, com destaque para o trabalho que começará a ser feito no Fórum Internacional de novembro.


Quais serão os próximos passos?

Trabalhar a divulgação, a itinerância e a internacionalização dos artistas selecionados e premiados com publicações especiais, em publicações especializadas e em exposições e eventos científicos nacionais e internacionais. Já estamos trabalhando nessa direção.

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Indicados Meio de Carreira- Vj Alexis e Rodrigo Matheus

Vj Alexis - Intervenção Urbana , 2008

Alexis Anastasiou ou VJ Alexis é um dos primeiros artistas brasileiros a identificaro seu trabalho com o conceito de VJ, tocando imagens ao vivo em pistas de dança desde 1999. Sempre acreditando na livre improvisação como base para uma linguagem visual conectada ao espaço e ao instante, Alexis fundou a Visualfarm em 2003, um núcleo que serve de suporte para o desenvolvimento e execução de projetos inovadores que envolvem soluções complexas de criação de imagens, tecnologia e novos suportes. Recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia na 4ª edição do Prêmio, em 2003, pelo trabalho Videografitagem. Rodrigo Mateus é barachel em Multimidia and Intermidia - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Participou de diversas exposições no Brasil e no exterior. Realizou residência no Residency and new commissioned work for the lobby of the Art Gallery of York University’s (AGYU). Seus trabalhos articulam diversas mídias em obras que discutem a natureza da representação na arte e sua relação com o design industrial. Utilizando objetos e materiais comuns ao mundo corporativo, o artista se apropria também de suas estratégias ao criar empresas fictícias que assinam seus projetos-obra. Outros trabalhos exploram as representações da natureza sob a ótica do simulacro e da artificialidade.

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Indicados Meio de Carreira- Tania Fraga e Roberto Cabot

Roberto Cabot - Estudo para Aleph 2006

Roberto Cabot nasceu no Rio de Janeiro em 1963. Fez Arquitetura e Belas Artes (entre 1982 e 1987) em Paris e desenvolveu sua carreira na Europa e no Brasil. Começa a expor no final dos anos 80. Já no início dos anos 90, Cabot participa do projeto The Thing, em Nova Iorque. Desde então, expôs obras que utilizam tecnologia digital em várias instituições e galerias como, por exemplo:- Museu de Arte Moderna-Paris - ZKM -Alemanha- Bienal de SP- CCBB-RJ- Oi Futuro-RJ -Museu Gropius Bau – Berlim. A indicada, Tania Fraga, é artista e arquiteta com doutorado em comunicação e semiótica pela PUC/SP, com a tese Simulações Estereoscópicas Interativas. É professora do Instituto de Artes da UnB e participa também como pesquisadora associada do grupo de computação gráfica do Laboratório de Sistemas Integráveis, LSI, da Escola Politécnica da USP. Desenvolveu parte do trabalho em arte computacional nos Estados Unidos, em 1991 e 1992, onde esteve como professora visitante no Departamento de Ciência da Computação na The George Washington University, em Washington (DC), com bolsa Capes. O interesse maior de Tania Fraga concentra-se no desenvolvimento do trabalho artístico intermediado por computador, com a criação de objetos virtuais tridimensionais interativos (por meio da técnica da estereoscopia). Estes objetos apresentam-se como campos de possibilidades que propiciam a interação poética do usuário, possibilitando-lhe a imersão parcial no espaço virtual criado.

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Indicados Meio de Carreira- Rejane Cantoni e Ricardo Carioba

Rejane Cantoni - Plano 2009

Rejane Cantoni é artista e pesquisadora de sistemas de informação. Foi contemplada com o Prêmio Bolsa Estímulo, na 5ª edição do Prêmio Sergio Motta, ao lado de Daniela Kutschat, pelo trabalho OP_ERA. Nesta edição recebe sua primeira indicação solo na categoria Artistas em meio de carreira. É pós-doutora do CRT da USP, doutora e mestre em Comunicação e Semiótica, PUC-SP e Mestre em Visualização e Comunicação Infográficas, Études Supérieures des Systèmes d’Information, Universidade de Genebra. Sua pesquisa focaliza a engenharia dos sistemas de instalações imersivas com dispositivos de aquisição e manipulação de dados em ambientes sensorizados e automação. Foi vice-diretora da Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia da PUC-SP. Ricardo Carioba é formado em Artes Plásticas pela FAAP, em São Paulo, onde vive e trabalha. Recebe sua 3ª indicação, sendo que a primeira se deu na 3ª edição do Prêmio, em 2002, pelo trabalho Sem título, e a segunda se deu na 5ª edição, em 2004, pelo trabalho White Box. Desde 1999, vem realizando exposições individuais e coletivas, e apresentações audiovisuais. Entre as exposições individuais é importante citar Branca Sua, Whte Box e Motris em São Paulo; In Side#No Form em Londres e LaDo4X4 no Rio de Janeiro. Participou de exposições coletivas em São Paulo, Curitiba, Belém, Recife e Salvador, e realizou apresentações em São Paulo, Porto Alegre, Recife, Londres e Nova York.

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Indicados Meio de Carreira- Raimo Benedetti e Raquel Kogan

Raimo Benedetti - A Trakitana  1994

O indicado Raimo Benedetti é um artista de vídeo que há 10 anos atua no cenário artístico como ativista, VJ, montador, vídeo-cenarista e educador entre outras atividades. Já atuou em diferentes áreas e contextos como festivais audiovisuais de novas mídias e dança dentro e fora do Brasil, além de cinema, vídeo, televisão e óperas. Autodidata convicto, começou sua carreira no começo dos anos 90, desenvolvendo seu trabalho em uma trajetória bastante livre, seja em sala de aula, colaborando com outros artistas, ou em seu trabalho autoral. Sua fonte de inspiração está na liberdade de criação, subvertendo a utilização da tecnologia a partir de seu espírito desagregador. A artista Raquel Kogan recebe sua 3ª indicação ao Prêmio Sergio Motta, sendo indicada anteriormente nas 5ª e 6ª edições, nas quais recebeu Menção Honrosa pelos trabalhos “Reflexão” e “Reflexão e suas Inflexões”. Formada em arquitetura, é premiada no Transmídia Itaú Cultural 2002. Realizou o trabalho Reflexão#1, apresentado também no Ciber@rt em Bilbao. A investigação em mídias digitais continua entre outros trabalhos com projeção, “401”, “Ocupação1”, “Reflexão#2”, “Reflexão#3” e “A Ponte”. Seu vídeo, “BMG8970”, esteve incluído na mostra do 15º vídeobrasil, Rencontre Internationales Paris Paris/Berlin e na Mostravídeo.

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Indicados Início de Carreira- Projeto Marginália e Ricardo de Oliveira Nascimento

Taiknam Hat , 2007 - Ricardo de Oliveira Nascimento

O Projeto Marginalia foi o vencedor do 1° lugar do Festival Conexões Tecnológicas, que premiava a produção universitária brasileira, realizado pelo Instituto Sergio Motta em 2008. Agora, o Projeto cresceu e recebe sua primeira indicação na categoria Início de Carreira nesta 8ª edição do PSM. Este projeto intenciona criar trabalhos que abordem a tecnologia de forma não convencional, imbuindo sua utilização de perspectivas estéticas-geralmente críticas, sempre lúdicas. Formado por André Mintz e Pedro Veneroso, seus trabalhos tem início em 2006 e, em 2008 a dupla adota o nome Projeto Marginalia. Além do prêmio do Festival Conexões Tecnológicas, em 2009, expõem no Siana Brasil2009, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Ricardo de Oliveira Nascimento, 1977, nascido em São Paulo – Brasil, trabalha como artista, produtor e desenvolvedor multimídia. Graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP e Design de Multimídia pelo SENAC-SP, cursou também o máster em interface culture na Universidade de Arte e Design de Linz – Áustria. Investiga as relações entre corpo e ambiente com foco no desenvolvimento de interfaces, instalações interativas e ambientes híbridos. Tem participado de festivais e exposições na Europa, Ásia e América.

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Indicados Meio de Carreira- M.Takara e Martha Gabriel

m.takara - em apresentação solo

Mauricio Takara é um dos responsáveis pelo desenvolvimento da música independente de São Paulo do fim da década de 90. Seu trabalho é caracterizado pela desconstrução e os improvisos, dois dados fundamentais na estética de sua produção autoral. Baterista das bandas Hurtmold, Instituto e São Paulo Underground, o artista também assume o controle de samplers, sintetizadores, efeitos e computadores no seu projeto solo intitulado “m. takara”. É também conhecido no cenário musical nacional e internacional pelo trabalho que já realizou com bandas e artistas como o cantor Otto, Cidadão Instigado, Xis e Stella Campos e colaborações com Nação Zumbi, Naná Vasconcelos, Damo Suzuki, Scotty Hard, Vanessa da Mata e Joe Lally. Além de ter participado de várias trilhas sonoras para curta e longa metragens, já teve seu trabalho citado em diversas publicações como nas brasileiras Rock Press, Modern Drummer, Folha de SP, Coquetel Molotov, Trip, Áudio e Tecnologia, Dynamite, Jazz+, e nas estrangeiras The Wire (Inglaterra), CODA (Canadá), Gonzo Circus (Holanda) entre outras. Já Martha Gabriel recebe sua indicação ao 8º Prêmio Sergio Motta, a primeira aconteceu na edição anterior. Artista com trabalhos apresentados no Brasil e exterior em eventos como SIGGRAPH, Consciousness Reframed, FILE, CHI, UPA, ISEA, HighEdWebDev, entre outros. Também é curadora do Upgrade! São Paulo. Professora da Universidade Anhembi Morumbi e Instituto Mauá. Engenheira é pós-graduada em Marketing e Design, mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP). Autora de dois livros e diversos artigos. Premiada três vezes com palestras nos USA. Reviewer da LEA (2005) e Turbulence.org (2009).

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Indicados Início de Carreira- Michelle Agnes e Crisitano Rosa/ Cia. Phila7

Michelle Agnes e Cristiano Rosa - Instrumentos

A dupla indicada ao Prêmio na categoria início de carreira, Michelle Agnes e Cristiano Rosa, teve início em 2009 com um projeto chamado “Shejian” combinando piano preparado, técnicas instrumentais expandidas com o auxílio de dispositivos eletrônicos e circuit bending. Dessa colaboração nasceu um CD chamado Shejian, performances, acompanhamento musical ao vivo para 10 filmes mudos que foram apresentados em seis apresentações no Rio de Janeiro e em Santos, uma intervenção urbana audiovisual com projeções nos monumentos e música ao vivo e vários instrumentos. Já o grupo PHILA7, surgiu em 2005 com o objetivo de pesquisar novas linguagens e diferentes mídias. Têm na imagem e na tecnologia ferramentas para o desenvolvimento de novos caminhos para as artes cênicas. Lançando um olhar investigativo para a possível construção de novas linguagens que, aliadas às estéticas já estabelecidas, à grande velocidade de informação e à possibilidade quase infinita das redes que se formam através dela, busca parâmetros novos para uma poética contemporânea.

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